sábado, 6 de março de 2010

REALIDADE ESPIRITUAL


A Igreja é o sonho de Deus e é por isso que tudo o que fazemos visa ao fim de edificá-la e santificá-la. Se a vontade de Deus é de que todos se salvem e cheguem ao pleno conhecimento da verdade, isso implica em que cada convertido deve ser levado à maturidade (à estatura de varão) e isso é obra do Espírito Santo. A Igreja que o Senhor está edificando é perfeita, não tem apenas quantidade, mas principalmente qualidade. Na fase do cumprimento das profecias de Apocalipse 22, esta Igreja se manifestará na Nova Jerusalém. Todos os crentes, de todas as épocas, sem defeito algum, completamente restaurados e amadurecidos. Ficamos dizendo que queremos trazer um avivamento de Deus para a nossa geração.



Pois bem, o avivamento nada mais é do que o Espírito Santo, que já está em nós, se expressando de uma maneira plena e poderosa, enquanto as pessoas da nossa cidade estão vendo, a cada dia, a vida de Deus se manifestar na nossa vida, comportamento, procedimento, caráter. Enquanto somos "crianças", podemos parecer com o nosso Pai em algumas coisas, mas, quanto mais crescemos, tanto mais nos parecemos com Ele no modo de agir, de pensar, de falar e de se expressar. É esse o alvo de Deus para nós: que o expressemos exatamente como Ele é. O avivamento e o avanço da Igreja dependem também da maturidade dos crentes. Por exemplo, quanto mais "maduros" tivermos, mais rapidamente e com muito mais força e realidade avançaremos e conquistaremos a cidade. Isso é óbvio: para tantos "bebês" que Deus projetar ter, Ele vai precisar de "pais" para cuidar deles e também para gerar outros filhos. Mas quem são estes "pais"? Esses maduros adultos na fé aos quais nos referimos? Adultos na fé são pessoas que possuem realidade espiritual, ou seja, são à prova de aparências. O crente "balão" é aquele que "parece" estar cheio e ter muito dentro de si, mas quando é submetido ao teste do "alfinete" esvazia-se completamente e mostra a sua verdadeira estrutura.



Só sabemos ao certo o quanto de realidade temos depois de termos sido provados pelas circunstâncias. Os dons de Deus são maravilhosos, sentir o Espírito também, rir ou chorar diante de Deus, mas estas são manifestações que atraem os homens. O que atrai a Deus é o caráter, a manifestação interior. Só o caráter aprovado produz autoridade no mundo espiritual. Calafrios, arrepios, tombos, manifestações físicas e pscicológicas não sustentam a nossa vida espiritual. Há muitos novos convertidos em nosso meio e eu quero advertí-los (não acusá-los ou condená-los) de que Deus quer que avancemos para a realidade do caráter, que é o que sustenta o testemunho de Deus na Terra.



Precisamos de realidade espiritual. No dia que você estiver passando por uma crise, ou dificuldade profunda, vai saber que arrepios ou emoções não vão conseguir segurar a sua fé viva. Porque a fé que resiste às adversidades é interior; é baseada em princípios, firmada no conhecimento profundo do Deus da Palavra. Aparências passam e nos deixam completamente frustrados e vazios, realidades sustentam a nossa vida. A palavra "verdade" em João 4 é a mesma que realidade. "Deus é Espírito e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em realidade". Por quê? Porque sem realidade, não há adoração, e sem adoração a reunião não tem razão de ser, visto que o alvo primário de nos reunirmos é adorar ao Senhor. O Espírito da verdade é o Espírito da realidade. Só conhecemos de fato uma pessoa quando conseguimos avaliar o que ela é, tanto quando está na igreja, quanto em casa ou no trabalho, ou ainda sozinha, especialmente em situações constrangedoras ou difíceis. Muitas pessoas "caem" no espírito, mas não conseguem "andar" no espírito. Ter aparência de coisas espirituais não vai fazer diferença em sua vida; somente quem anda no espírito é espiritual. Você pode, no meio de um certo mover na igreja, ser envolvido emocionalmente, chorar e até cair, mas não é isso que produz realidade. O que vemos e sentimos nem sempre é real. Realidade é o que está inculcado em nós por princípio e não por experiência vazia de significado. Vou dar o exemplo do batismo. Há quem pense que basta batizar-se para ser salvo. Outros já acham que o batismo não é tão importante. Mas ele é a conseqüência do que "já" aconteceu no espiritual: o novo nascimento.



Eu pergunto, então, "quem é que teve a experiência do batismo, em realidade?" Aquele que não consegue mais viver no mundo! Não importa se tenha ou não passado pelas águas! Por trás das águas há uma realidade: a de alguém que entendeu que era morto e agora vive uma nova vida, de ressurreição pelo poder da Palavra, do sangue de Jesus e do Espírito Santo! Paulo diz que o amor de Deus nos constrange. No nosso contexto, isso significa ter uma experiência de amor capaz de envolvê-lo de tal maneira que você nunca mais vai poder se separar do Senhor. Não vai mais ser preciso que você ouça uma música de adoração para desejar adorá-lo; a adoração vai fazer parte da sua vida, você vai ter realidade. Quando a Bíblia diz que "morremos para o pecado", ela quer dizer que aquele que experimentou a realidade não consegue mais viver na prática do pecado. O crente que ainda gosta do pecado não experimentou a realidade da morte e ressurreição. Por isso, vencer o pecado não é uma questão de você fazer promessa ou de tentar, é uma questão de entender e crer. A questão não é trabalhar para Deus, mas conhecê-lo profundamente. Quem tem realidade não fica na igreja fazendo "coreografia" de crente, mas vive como crente vinte e quatro horas por dia, porque teve a vida transformada. Realidade não é algo que possa ser fabricado, forjado.



Eu sou homem, imagine o fardo que seria se, de repente, eu tivesse a "obrigação" de me comportar como mulher! Falar fino, usar saia, entrar em sanitário feminino etc. Meu Deus, que tentativa cruel de ser o que não sou! Mas é exatamente o que acontece com muitos irmãos. Tentam produzir a realidade, mas o máximo que conseguem é uma cópia barata e falsificada. Nós temos que aprender a viver diante de Deus o que nós realmente somos, o que realmente temos. Quem vai crescer é aquele que assume o que é e o confessa a Deus, se recusando a viver assim, antes buscando experimentar mudança em sua vida. A igreja não é lugar de hipocrisia, é lugar de realidade. O discernimento espiritual só vem depois que você tem realidade. O homem espiritual tem realidade, ele é superior. Esta é a proposta de Deus para todos nós.



A realidade espiritual acontece quando fazemos algo genuíno para Deus, mas que tenha vindo dEle mesmo. Do contrário, sem realidade só existe barulho e agitação. Se a vida de Deus se manifesta em você, quando fala você supre os irmãos. O segredo de quem prega não é falar bonito e profundo, é falar com realidade. Olhando por este prisma, a realidade espiritual no que diz respeito à obra não é o que você realiza para Deus, mas sim o que você experimentou de Deus. O fruto de suas experiências é que é, de fato, a sua obra. Isto é, quem tem pouca experiência tem pouca obra real, quem tem muita experiência com Deus, tem muita obra real. Suprimento é uma questão de realidade interior e não de algo forçado que tentamos fazer. Deus só confirma realidades, portanto, se você tem a realidade do que está pregando, Deus confirmará no coração das pessoas que o estão ouvindo e vida será produzida nelas. Você não pode ajudar as pessoas com as suas próprias palavras, ainda que amáveis, mas se você tem realidade com Deus, quando você falar, a sua vida dará vida àquilo que você fala e as palavras vão lapidar a realidade que estará se transferindo de você a elas. Isso é influenciar, é discipular de fato. Quanto mais realidade houver em nós, menos dúvidas teremos, menos questionamentos. A certeza da visão, do propósito, das estratégias, das direções, dos alvos e dos motivos de tudo está ligada à quantidade e à realidade de vida, de conhecimento e de experiência com Deus que nós temos. Vamos buscar em Deus o sermos cheios da sua vida para expressarmos com realidade o que Ele colocou dentro de nós.



Pastor Naor Pedroza

quarta-feira, 3 de março de 2010

MANIPULADORES

“E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” Rm.12:2

Como me entristeço ao ver a manipulação de sentimentos nas reuniões cristãs. Tanto em grandes denominações com milhares de seguidores até pequenos grupos que se reúnem em casas ou nas ruas o importante é que aqueles que assistem (como se na igreja houvessem expectadores) sejam tocados em seus sentimentos, “sintam Deus presente”, chorem, tenham uma experiência na alma, mas com ar espiritual, mesmo que saiam da mesma forma como entraram e necessitem de um novo culto para renová-los.

A manipulação vai desde as músicas, ensaiadas de antemão para levar o povo ao “clima” da reunião até a palavra preparada e executada com maestria para levar os sentimentos ao êxtase “espiritual”. Com dolo premeditado é fabricado um estado de alma sensível, um sentimento que é um misto de pesar, alegria e expectativa. Os “louvores” podem não tocar o coração de Deus, mas tocam o coração dos ouvintes, as orações tocam fundo na alma, ora prometendo grandes transformações “nessa noite”, ora levando os irmãos a uma introspecção de seu papel dentro da comunidade. Por fim a palavra, o ápice da reunião, onde os expectadores são levados em seus sentimentos ao local que o preletor desejar. Pode ser um profundo “quebrantamento” de alma, com choro e clamor ou ao êxtase coletivo e desenfreado com promessas de grandes benções e da presença de Deus.

Ao término os irmãos têm a sensação de terem sentido a presença do Deus, de serem tocados pelo Espírito e de poderem viver tudo quanto lhes foi apresentado, às vezes até as verdades do Reino. Fácil assim, como em um toque de mágica, sem arrependimento, sem renúncia nem esforço. Entretanto a volatilidade dos sentimentos não permite nada duradouro, pois ao menor sinal de provação ou lutas os sentimentos entornam e o abençoado sai dos céus para o inferno e deseja ardentemente mais daquela bajulação de alma que faz parecer que ele está tão perto de Deus. Basta uma bronca do chefe, por um trabalho mal feito (aliás, crente deveria ser exemplo em seu trabalho) ou uma divergência com o cônjuge onde nenhum dos dois quer perdoar, apesar de serem tão espirituais durante o culto, e toda a crentinice desce pelo ralo, deixando apenas a certeza que no próximo culto tudo será renovado.

Não existe transformação de entendimento, mudança de mente e confissão de pecados, tudo gira em torno dos sentimentos e das emoções. Ninguém se compromete com nada, com nenhuma mudança de caráter, com nenhum compromisso profundo com seu irmão e muito menos com o serviço ao próximo. O desejo é de alimento para a alma, sentir-se perto de Deus, ser abençoado, nem de longe passa pela cabeça ser transformado à semelhança de Jesus custe o que custar, mesmo que custe renunciar a própria vida (e custa, basta ler os evangelhos!). Não me admira que a maioria seja como o sal sem gosto, como lamparina apagada, como marionetes que enquanto o pastor as manipula durante o culto a aparência é de grande gozo e quebrantamento, mas no dia-a-dia, onde a luz deveria brilhar, o sal deveria salgar para nada mais prestam senão para envergonhar o evangelho demonstrando um caráter pior do que de ateus, descrentes e “vizinhos endemoniados”, apesar de cheios de arrogância religiosa. Não experimentam a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus, pois não é isso que buscam, mas sim serem saciados em suas próprias vontades.

Pior ainda são os líderes que aprendem a arte da manipulação de massas e se regozijam quando ao fim do culto ouvem: Nossa, o culto foi bom demais hoje! Senti a presença de Deus. Mas afinal o culto é para Deus ou para os irmãos? Não seria justo pensar se Deus gostou do culto, se o Pai das luzes se agradou do que aconteceu? Se tudo quanto foi dito, ouvido, cantado, orado cooperou com a transformação do nosso caráter ao caráter de Cristo ou apenas tocou em nosso sentimento? Parece que o pensamento comum dos líderes é: Se os irmãos não gostarem do culto, se sentirem incomodados ou forem confrontados com seus pecados eles não voltam mais! Tenho que prometer bênçãos e deixá-los dependentes de minha palavra que cura e liberta, afinal Deus quer que todos sejam felizes e eu sou se servo, chamado para trazer paz e felicidade geral. É isso que Deus quer mesmo?

Enquanto isso a igreja se cala, não é modelo de ética, santidade e pureza. Não bate na cara do mundo com seu caráter, antes demonstra um caráter coletivo interesseiro muito pior do que o dos ateus que são bons apenas pelo prazer de serem bons e éticos, não por medo de uma punição ou pelo interesse da benção. O mundo olha para a igreja e se sente superior, até mesmo mais santo, mais puro, mais honesto, pois pelo menos não vive na hipocrisia de falar que não faz, mas em oculto não apenas fazer como aprovar os que fazem e ainda ir com a cara mais lavada do mundo ao culto e condenar os que não fazem o mesmo. Hipocrisia sempre foi o pecado dos religiosos...

Que nosso Pai tenha misericórdia da Igreja e levante líderes sem interesses pessoais e comprometidos com o chamado de ir, fazer discípulos e ensiná-los o que Jesus ensinou. Que exponha os que se empenham apenas em prometer bênçãos e manipular massas para encher seus bolsos e seus egos. Que o Pai tire os comedores de carne de ovelhas e levante pastores de rebanhos comissionados pelo dono das ovelhas, dotados do zelo daqueles que cuidam das preciosidades alheias, lembrando que o alheio não é ninguém menos que Deus em toda a sua plenitude e propósito. Que os milagres feitos por esses tragam quebrantamento coletivo, não cobiça coletiva e super valorização do ego e que por fim a igreja seja a manifestação de Jesus na terra. O corpo daquele que hoje está nos céus, Cristo, manifestando sua presença entre as nações.

(Marcos Siqueira)

Fonte: http://filhoimperfeito.blogspot.com

segunda-feira, 1 de março de 2010

Perdendo o controle


“Chamando uma criança, colocou-a no meio deles, e disse: Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus” (Mateus 18.2 – NVI)

Jesus respondeu essas palavras quando os discípulos fizeram uma pergunta sobre quem era o maior no Reino dos céus. Eles estavam preocupados com a hierarquia, o status e o poder! Na cabeça deles, ser o maior significava ser aquele que manda, que ordena, que dirige o barco e que tem o controle da situação. Essa era a idéia de “maior” que eles tinham. Afinal, eles viviam na cultura do Império Romano em que os maiores mandavam e os menores obedeciam.

Por isso, a resposta de Jesus é tão radical. Ele chama uma criança e diz que a porta do Reino dos céus só está aberta para aqueles que se convertem e, então, se tornam crianças. Nenhum adulto pode entrar no Reino dos Céus, ou melhor, a porta do Reino dos Céus não está aberta para ninguém que queira dirigir o próprio barco. Só podem entrar aqueles que querem ser dirigidos e governados por Deus. Só podem entrar aqueles que, como crianças, não têm o controle da situação.

Se na terra, existem indivíduos independentes, donos do próprio nariz, governadores da própria vida, sabedores de todas as cosias, deuses para si mesmos, no Reino dos Céus não existe espaço para outros deuses, mas apenas para o único Deus. Portanto, aquele que se converte, se torna ou será tornado como criança. Deus, por amor, agirá de todas as formas e maneiras para levar o seu filho ou filha a perder o controle da situação e o governo da própria vida. Somente as crianças podem entrar no Reino dos Céus; somente aqueles que perderam tudo (orgulho, vaidade, auto-suficiência, desejo pelo poder, anseio por glória humana, controle da própria vida, domínio das situações, capacidade natural de dar soluções) vivem na dependência do Pai.

Gustavo Bessa.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Primícias



“... Foram comprados dentre os homens e ofertados como primícias a Deus e ao Cordeiro.”

(Apocalipse 14.3)

Deus está buscando as primícias, aqueles que amadureceram primeiro. E para nos amadurecer, Ele faz conosco como fazemos com uma fruta verde fora do pé. Nós a envolvemos num jornal e deixamo-la num canto. Ali eu creio que aquela fruta deve sofrer pra caraca. Não sei como acontece esse processo, mas creio que deve ser o calor, etc e tal... E é assim que o Senhor faz conosco. Ele nos permite passar por lutas e provações para que nós venhamos amadurecer rápido.

O Senhor tem muitas coisas para nos dar, mas Ele só pode liberar quando estivermos maduros! Não murmure, não pare, não retroceda... PERMANEÇA!!! Tudo isso que você tem passado é para o seu crescimento e amadurecimento espiritual. Creia que o melhor de Deus ainda está por vir!


Crescendo em graça,

Rodrigo Menezes

PROFETA

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

2009, o ano da VIRADA



A graça e a paz... Antes quero pedir perdão por ficar algum tempo sem postar, mas é que eu tava passando por uns momentos de tratamento na minha vida, aonde eu me escondi um pouquinho na caverna pra ouvir a voz do Papai. Bom, venho aqui falar sobre o ano de 2009. 2007 foi o ano da Perfeição, 2008 foi o ano da Dupla Honra e 2009 foi o ano da Virada na minha vida! Mas por que 2009 foi o ano da Virada? Papai liberou uma Palavra sobre a minha vida para o ano de 2009!

"Trarei de volta Israel, o meu povo exilado, eles reconstruirão as cidades em ruínas e nelas viverão. Plantarão vinhas e beberão do seu vinho; cultivarão pomares e comerão do seu fruto."
(Amós 9.14)

2009 foi um ano de restauração: "Trarei de volta Israel, o meu povo exilado, eles reconstruirão as cidades em ruínas e nelas viverão." Amós profetiza a ruína de Israel. Mas na hora que ele está profetizando a ruína ele já tem uma visão da restauração. Isso, porque os finais da história daqueles que andam com Deus e se voltam para ele é sempre a vitória. É verdade que muitas vezes o Senhor nos permite passar por situações que na hora nós não entendemos... Mas quando nos voltamos para Deus, o final da nossa história será sempre um final de restauração! Isso significa que o que está em ruína será restaurado. Em novembro aconteceu algo na minha vida em que desestruturou todas as outras áreas da minha vida. Tudo ficou em ruínas, mas a promessa de Amós 9.14 estava sobre mim! Mesmo que tudo tenha ficado em ruínas, Deus fez uma Virada e trouxe tudo para o lugar. ELE RESTAUROU TUDO DE NOVO!!!
2009 foi um ano de renovação espiritual: "Plantarão vinhas e beberão do seu vinho". Vinho aponta para duas coisas na Bíblia: alegria e mover do Espírito, portanto, o Ano da Virada, trouxe sobre a minha vida um novo mover de Deus, um mover de renovação espiritual, foi um tempo de renovação para a minha vida e para o meu ministério que foi marcado por uma grande colheita da parte de Deus. Vejamos o que diz o verso 13: "Dias virão", declara o Senhor ,"em que a ceifa continuará até o tempo de arar,e o pisar das uvas até o tempo de semear.Vinho novo gotejará dos montes e fluirá de todas as colinas." E o que diz: Isaías 61.3 "e dar a todos os que choram em Sião uma bela coroa em vez de cinzas,o óleo da alegria em vez de pranto,e um manto de louvor em vez de espírito deprimido.Eles serão chamados carvalhos de justiça,plantio do Senhor ,para manifestação da sua glória." "JESUS, EU TE LOUVO HOJE E SEMPRE, PORQUE O MELHOR DE DEUS VEIO SOBRE A MINHA VIDA"
2009 foi um ano de provisão e sustento: "cultivarão pomares e comerão do seu fruto.". Não há coisa melhor do que você ver o fruto do seu trabalho. Existe um tempo em nossa vida, onde nós trabalhamos muito, mas ainda não vemos e nem desfrutamos dos frutos. Nesse momento muitos desistem e param. Mas para aqueles que perseveram e voltam para o Senhor há uma promessa de que eles comerão o fruto do trabalho de suas mãos. Salmo 128.1,2: "Como é feliz quem teme o Senhor ,quem anda em seus caminhos! Você comerá do fruto do seu trabalho, e será feliz e próspero." Esse ano foi um ano de guerra pra mim. Eu me lembro que em fevereiro, no Acampamento de Carnaval, eu estava chorando porque ninguém na minha célula queria compromisso com a Obra de Deus. Eu estava chorando porque eu vi o testemunho do Pastor Abe Huber da Igreja da Paz em Santarém. Eu estava chorando porque eu vi que ele conquistou aquela cidade pra Jesus e eu estava longe de fazer isso. Eu chorei porque ele conseguiu, mas eu não me via conseguindo conquistar a minha cidade (meu maior sonho). Eu não estava conseguindo gerar discípulos. Conversei com meu pastor e ele me ajudou bastante. Comecei a caminhar com ele e a por em prática o que ele me ensinava. Deus então começou a enviar as vidas, pessoas compromissadas com o Reino, etc. Comecei o ano com umas 7 pessoas e estou terminando o ano com 16 pessoas de baixo da minha cobertura espiritual. Comecei o ano com uma célula e estou terminando o ano com 4 células. O Senhor foi fiel comigo e deu uma Virada no meu ministério. Eu confiei no Senhor e Ele me supriu abundantemente em todas as coisas. ALELUIA!

Crescendo e me multiplicando,
Rodrigo Menezes

PROFETA


quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Profecia de Smith Wigglesworth em 1947



Durante as próximas décadas haverá dois movimentos distintos do Espírito Santo através dos fieis. O primeiro mover afetará todas as igrejas que estiverem abertas para receber e será caracterizado pela restauração do batismo e de dons do Espírito Santo. O segundo mover do Espírito Santo resultará em pessoas deixando igrejas históricas e plantando novas igrejas que se diferenciam do natural.
Na duração de cada mover, as pessoas que estiverem envolvidas dirão: "Este é o grande avivamento". Mas o Senhor diz: "Não, nenhum destes é o grande avivamento, mas ambos são passos para isso".
Quando a fase da nova igreja, com movimentos, estiver terminando, terá sido evidenciada nas igrejas algo que nunca foi visto antes, uma união entre aqueles com ênfase na Palavra e aqueles com ênfase no Espírito. Quando a Palavra e o Espírito vierem juntos, haverá o maior mover do Espírito Santo que as nações e o mundo jamais viram. Isto marcará o começo de um Grande Avivamento que ofuscará qualquer coisa que tem sido testemunhado até então, mesmo o avivamento comentado dos anos passados. O derramar do Espírito de Deus fluirá nos quatro cantos da Terra, e então poderá se dizer que é o Fim.


Fonte: SMITH WIGGLESWORTH: APÓSTOLO DE FÉ


Talvez um dos homens mais poderosamente usados por Deus nesse século XX foi Smith Wigglesworth. Smith Wigglesworth (1859-1947), um inglês, nasceu em uma família pobre. Sua esposa, Polly, o ensinou a ler depois de casados em 1882, e ele nunca leu outro livro senão a Bíblia. Assim como no caso de outras pessoas que experimentaram milagres de cura, uma cura pessoal (peritonites) voltou a sua atenção à cura divina. Até que recebeu o batismo com o Espírito Santo, em 1907, ele tinha um negócio secular e ajudava sua esposa em uma missão. Ela era uma pregadora, e estava constantemente dando testemunho a outras pessoas, ganhando almas para o reino. Anos depois, se tornou um homem de tal magnitude, que o evangelista de cura Oral Roberts, disse uma vez diante de outros companheiros evangelistas, “devemos a este homem uma dívida impossível de calcular.” Naquela época, sua esposa não cria no falar em línguas, e ela o desafiou a pregar no domingo seguinte, conhecendo a sua falta de habilidade lingüística. A unção caiu e ele falou com grande clareza e coragem. Polly estava tão surpreendida, que repetia gritando: “Esse não é o meu Smith… O que aconteceu com esse homem?” Rapidamente um simples trabalhador sem instrução foi transformado em um pregador de fé impressionante. Wigglesworth entendia que a enfermidade e as doenças eram do diabo, de modo que foi conhecido pela maneira com que tratava as pessoas enfermas, em demonstrações físicas surpreendentes e emocionantes. O evangelista Lester Sumrall lembra a primeira vez que foi testemunha de Smith Wigglesworth em ação. “Certa vez conduzia um culto de cura na Califórnia, quando lhe trouxeram um homem com câncer, em estado terminal. Ele estava tão perto da morte que o médico que o ajudava foi com ele para monitorar seus sinais vitais. Wigglesworth, com sua natureza rude, disse ao médico: “Que está acontecendo?”O doutor lhe respondeu: “Ele está morrendo de câncer.” Sem dar tempo de nada, Smith bateu no estômago do homem com tal força que ele desmaiou. O médico rapidamente o atendeu e gritou: “Ele está morto! Você o matou! A família exigirá explicações!” Smith Wigglesworth não se moveu. Ele simplesmente respondeu: “Ele está curado.” E sem preocupar-se, seguiu orando por outras pessoas no culto. Dez minutos mais tarde, o homem - com sua roupa de hospital - chegou pelo corredor, procurando a Wigglesworth, totalmente curado. Isto não impressionou nem um pouco a Smith Wigglesworth, pois era o que ele esperava. E continuou orando pelos outros que necessitavam.”