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domingo, 9 de janeiro de 2011

Dias de Aflições


Koeh, povo!


Esses dias tem sido muito difíceis para mim. Tenho sido afligido por todos os lados. Tenho me colocado na brecha por alguns filhos e os demônios tem vindo com tudo. Entendo tudo o que tenho passado como tratamento do Papai. Papai quer me ensinar a depender d'Ele, a confiar n'Ele, etc.
Esses dias eu estava, verdadeiramente, subindo pelas paredes. Wow, como minha carne estava gritando. Depois que você experimenta certos tipos de pecado, é meio difícil ficar sem. Lembro-me que antigamente, quando eu era "puro", eu morria de curiosidade para saber como eram alguns tipos de pecado. Não saia da minha cabeça que se eu experimentasse-os que passaria a vontade, porque era melhor experimentar agora do que mais a frente quando eu fosse um grande líder de êxito. Então eu experimentei e foi a pior coisa que fiz em toda a minha vida. Agora sofro querendo mais e mais. Minha sede pelo pecado é grande, mas há um alvo no meu coração, há um clamor pela restauração da minha Nação no meu coração. Eu entendo que fui chamado para reinar sobre essa terra e eu não posso me vender por momentos de prazer. Sei que eu poderia me entregar ao pecado e que Deus continuaria me amando e não me rejeitando. Eu até poderia ser um "crente", um "evangélico", um praticante da religião "cristã", tem tantos assim por aew... Mas eu tenho um sonho de ver o Brasil transformado. Papai me disse que o último avivamento começará no Rio de Janeiro e se espalhará para todo o mundo. Eu quero fazer parte dos que serão canal para que esse avivamento aconteça. Meus sonhos foram jogados no lixo e foram substituídos pelos sonhos de Deus. Desisti de sonhar, planejar, projetar, etc. Eu não quero mais realizar os meus sonhos pessoais, mas quero realizar os sonhos do coração do Papai. Mesmo se esses sonhos forem contra os meus princípios carnais, mesmo que esse sonho não seja agradável a minha alma, eu irei fazer o coração do Papai saltar de alegria. É tudo o que posso fazer por Ele. O cara manda o Seu filho pra uma cruz, para ser torturado, para me livrar no inferno e o que eu farei para agradece-lO? Quem faria isso por mim? Se não fosse o sacrifício de Cristo eu estaria ferrado, para não dizer uma palavra feia. Se não fosse o sacrifício de Cristo eu já estaria condenado ao inferno, não haveria salvação para mim. Sou um gentio, não sou perfeito, tenho tantas falhas. Só o sacrifício de Cristo pode abrir caminho para que eu pudesse chegar ao Céu. Então o que eu puder fazer para que o Cordeiro receba a recompensa do seu sofrimento, eu farei! Que o Cordeiro receba a recompensa do Seu sofrimento através de mim!
Um versículo que não sai da minha mente nesses dias de aflição é João 16:33 : "Eu lhes disse essas coisas para que em mim vocês tenham paz. Neste mundo vocês terão aflições; contudo, tenham ânimo! Eu venci o mundo".
Jesus nunca disse que seria fácil, mas Ele disse: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me." (Marcos 8:34 ). Muitos tem pregado um Evangelho de facilidades, mas o meu Cristo disse que haveriam dificuldades.


Eis-me aqui, Senhor. Morrerei para gerar frutos!!! (João 12.24)


Em batalha por sua vida,
Rodrigo Menezes
Profeta

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Profecia de Smith Wigglesworth em 1947



Durante as próximas décadas haverá dois movimentos distintos do Espírito Santo através dos fieis. O primeiro mover afetará todas as igrejas que estiverem abertas para receber e será caracterizado pela restauração do batismo e de dons do Espírito Santo. O segundo mover do Espírito Santo resultará em pessoas deixando igrejas históricas e plantando novas igrejas que se diferenciam do natural.
Na duração de cada mover, as pessoas que estiverem envolvidas dirão: "Este é o grande avivamento". Mas o Senhor diz: "Não, nenhum destes é o grande avivamento, mas ambos são passos para isso".
Quando a fase da nova igreja, com movimentos, estiver terminando, terá sido evidenciada nas igrejas algo que nunca foi visto antes, uma união entre aqueles com ênfase na Palavra e aqueles com ênfase no Espírito. Quando a Palavra e o Espírito vierem juntos, haverá o maior mover do Espírito Santo que as nações e o mundo jamais viram. Isto marcará o começo de um Grande Avivamento que ofuscará qualquer coisa que tem sido testemunhado até então, mesmo o avivamento comentado dos anos passados. O derramar do Espírito de Deus fluirá nos quatro cantos da Terra, e então poderá se dizer que é o Fim.


Fonte: SMITH WIGGLESWORTH: APÓSTOLO DE FÉ


Talvez um dos homens mais poderosamente usados por Deus nesse século XX foi Smith Wigglesworth. Smith Wigglesworth (1859-1947), um inglês, nasceu em uma família pobre. Sua esposa, Polly, o ensinou a ler depois de casados em 1882, e ele nunca leu outro livro senão a Bíblia. Assim como no caso de outras pessoas que experimentaram milagres de cura, uma cura pessoal (peritonites) voltou a sua atenção à cura divina. Até que recebeu o batismo com o Espírito Santo, em 1907, ele tinha um negócio secular e ajudava sua esposa em uma missão. Ela era uma pregadora, e estava constantemente dando testemunho a outras pessoas, ganhando almas para o reino. Anos depois, se tornou um homem de tal magnitude, que o evangelista de cura Oral Roberts, disse uma vez diante de outros companheiros evangelistas, “devemos a este homem uma dívida impossível de calcular.” Naquela época, sua esposa não cria no falar em línguas, e ela o desafiou a pregar no domingo seguinte, conhecendo a sua falta de habilidade lingüística. A unção caiu e ele falou com grande clareza e coragem. Polly estava tão surpreendida, que repetia gritando: “Esse não é o meu Smith… O que aconteceu com esse homem?” Rapidamente um simples trabalhador sem instrução foi transformado em um pregador de fé impressionante. Wigglesworth entendia que a enfermidade e as doenças eram do diabo, de modo que foi conhecido pela maneira com que tratava as pessoas enfermas, em demonstrações físicas surpreendentes e emocionantes. O evangelista Lester Sumrall lembra a primeira vez que foi testemunha de Smith Wigglesworth em ação. “Certa vez conduzia um culto de cura na Califórnia, quando lhe trouxeram um homem com câncer, em estado terminal. Ele estava tão perto da morte que o médico que o ajudava foi com ele para monitorar seus sinais vitais. Wigglesworth, com sua natureza rude, disse ao médico: “Que está acontecendo?”O doutor lhe respondeu: “Ele está morrendo de câncer.” Sem dar tempo de nada, Smith bateu no estômago do homem com tal força que ele desmaiou. O médico rapidamente o atendeu e gritou: “Ele está morto! Você o matou! A família exigirá explicações!” Smith Wigglesworth não se moveu. Ele simplesmente respondeu: “Ele está curado.” E sem preocupar-se, seguiu orando por outras pessoas no culto. Dez minutos mais tarde, o homem - com sua roupa de hospital - chegou pelo corredor, procurando a Wigglesworth, totalmente curado. Isto não impressionou nem um pouco a Smith Wigglesworth, pois era o que ele esperava. E continuou orando pelos outros que necessitavam.”



quarta-feira, 20 de maio de 2009

NA NOITE CARIOCA


A paz do Senhooooor!!!

Wow, quanto tempo que eu não passo aqui. Estava sem tempo nenhum. Bom, estou aqui para contar um testemunho tremendo que aconteceu comigo no dia 17 de abril de 2009. Nesse dia eu fui a uma ministração da Nívea Soares em Copacabana na Igreja Celular Internacional (Igreja da Pastora Ludmila Férber). Wow, como fui ministrado pelo SENHOR naquele dia. Deus falou comigo que o Rio de Deus precisava fluir através de mim. Então a Nívea fez um apelo. Ela pediu pra levantar as mãos quem há muito tempo não sentia a Presença de Deus fortemente. E eu, todo sedento, claro que levantei minhas mãos, né! Rs. E de fato eu estava me sentindo um pouco seco, como se a Fonte em meu coração estivesse secando. Nessa hora eu comecei a sentir o Rio fluindo do meu interior, e as Águas não paravam de jorrar a ponto de eu não conseguir ficar de pé. Nesse momento, Deus começou a dizer que era pra eu deixar a Glória dEle brilhar, mas pra Glória dEle brilhar, eu precisava me humilhar. Wooow foi lindo o mover que Deus fez naquele lugar. No final eu pude falar com a Nívea. Encontrei também a Ñana Shara (ex SNZ), filha da Pastora Baby do Brasil, e pude bater um papo muito edificante sobre Côrte (namoro segundo a Bíblia). Ao sair de lá, fui dar uma volta na praia. Fui diante do Mar e comecei a profetizar a libertação do Rio de Janeiro. Comecei a declarar que assim como as Águas cobrem o mar, a Glória de Deus cobrirá o Rio de Janeiro. Então de repente veio uma quadrilha de assaltantes pra me assaltar. Eu comecei a pregar e todos eles foram embora ficando só um ouvindo. Eu não conseguia ter domínio da minha boca, eu falava sem parar. E quando, enfim, eu consegui parar de falar, ele simplesmente caiu de joelhos se rendendo ao SENHOR. E não me levou nada.

Depois disso eu vi o quanto tem pessoas que estão necessitadas de Cristo. Querido, o Rio fluiu, a Glória de Deus brilhou e eu ganhei um assaltante! Meu Deus, por que ninguém entende que é isso que precisamos??? As vidas estão perdidas e não estamos fazendo nada para levarmos elas ao Encontro do Mestre. As Igrejas só sabem fazer Congressos, Festividades, Shows, etc... E o detalhe é que tudo isso é pra crente. Vai um ou outro na frente aceitando Jesus e tal. É chegado o tempo de pararmos de pescar com vara e pescarmos com REDE! Chega de fazermos eventos pra crentes. Vamos amar mais, queridos! É tempo de ganharmos um por um! É TEMPO DE FAZER DISCÍPULOS!!!


Em missão,

Rodrigo Menezes

PROFETA





sexta-feira, 20 de março de 2009

O AVIVAMENTO DA RUA AZUSA


Muitas igrejas têm orado para um Pentecoste, e o Pentecoste veio. A pergunta agora é, será que o elas aceitarão? Deus respondeu de uma forma que elas não procuraram. Ele veio de uma forma humilde, como no passado, nascido em uma manjedoura. - The Apostolic Faith, setembro de 1906

Agora só uma palavra relativa ao irmão Seymour, que é o líder do movimento debaixo de Deus. Ele é o homem mais manso que eu já encontrei. Ele caminha e conversa com Deus. O poder dele está na sua fraqueza. Ele parece manter uma dependência desamparada em Deus e é tão simples como uma pequena criança, e ao mesmo tempo ele está tão cheio de Deus que você sente o amor e o poder toda vez que você chegar perto dele. - W H Durham, The Apostolic Faith, fevereiro / marco de 1907

O avivamento da Rua Azusa, na cidade de Los Angeles - EUA, tem marcado profundamente o Cristianismo dos últimos cem anos. Hoje, dos 660 milhões de cristãos protestantes e evangélicos no mundo, 600 milhões pertençam a igrejas que foram diretamente influenciadas pelo avivamento da Rua Azusa (Pentecostais, Carismáticos, Terceira-Onda etc).

O início do avivamento começou com o ministério do Charles Fox Parham. Em 1898 Parham abriu um ministério, incluindo uma escola Bíblica, na cidade de Topeka, Kansas. Depois de estudar o livro de Atos, os alunos da escola começaram buscar o batismo no Espírito Santo, e, no dia 1° de janeiro de 1901, uma aluna, Agnes Ozman, recebeu o batismo, com a manifestação do dom de falar em línguas estranhas. Nos dias seguintes, outros alunos, e o próprio Parham, também receberam a experiência e falaram em línguas.

Nesta época, as igrejas Holiness ("Santidade"), descendentes da Igreja Metodista, ensinaram que o batismo no Espírito Santo, a chamada "segunda benção", significava uma santificação, e não uma experiência de capacitação de poder sobrenatural. Os dons do Espírito Santo, tais como falar em línguas estranhas, não fizeram parte da sua teologia do batismo no Espírito. A mensagem do Parham, porém, foi que o batismo no Espírito Santo deve ser acompanhado com o sinal miraculoso de falar em línguas.

Parham, com seu pequeno grupo de alunos e obreiros começou pregar sobre o batismo no Espírito Santo, e também iniciou um jornal chamado "The Apostolic Faith" (A Fé Apostólica). Em Janeiro de 1906 ele abriu uma outra escola Bíblica na cidade de Houstan, Texas.

Um dos alunos esta escola foi o William Seymour. Nascido em 1870, filho de ex-escravos, Seymour estava pastoreando uma pequena igreja Holiness na cidade, e já estava orando cinco horas por dia para poder receber a plenitude do Espírito Santo na sua vida.

Seymour enfrentou as leis de segregação racial da época para poder freqüentar a escola. Ele não foi autorizado ficar na sala de aula com os alunos brancos, sendo obrigado a assistir as aulas do corredor. Seymour também não pude orar nem receber oração com os outros alunos, e conseqüentemente, não recebeu o batismo no Espírito Santo na escola, mesmo concordando com a mensagem.

Uma pequena congregação Holiness da cidade de Los Angeles ouviu sobre Seymour e o chamou para ministrar na sua igreja. Mas quando ele chegou e pregou sobre o batismo no Espírito Santo e o dom de línguas, Seymour logo foi excluído daquela congregação.

Sozinho na cidade de Los Angeles, sem sustento financeiro nem a passagem para poder voltar para Houston, Seymour foi hospedado por Edward Lee, um membro daquela igreja, e mais tarde, por Richard Asbery. Seymour ficou em oração, aumentando seu tempo diário de oração para sete horas por dia, pedindo que Deus o desse "aquilo que Parham pregou, o verdadeiro Espírito Santo e fogo, com línguas e o amor e o poder de Deus, como os apóstolos tiveram.”

Uma reunião de oração começou na casa da família Asbery, na Rua Bonnie Brae, número 214. O grupo levantou uma oferta para poder trazer Lucy Farrow, amiga de Seymour que já tinha recebido o batismo no Espírito Santo, da cidade de Houston. Quando ela chegou, Farrow orou para Edward Lee, que caiu no chão e começou falar em línguas estranhas.

Naquela mesma noite, 9 de abril de 1906, o poder do Espírito Santo caiu na reunião de oração na Rua Bonnie Brae, e a maioria das pessoas presente começou falar em línguas. Jennie Moore, que mais tarde se casou com William Seymour, começou cantar e tocar o piano, apesar de nunca tiver aprendido a tocar.

A partir dessa noite, a casa na Rua Bonnie ficou lotada com pessoas buscando o batismo no Espírito Santo. Dentro de poucos dias, o próprio Seymour também recebeu o batismo e o dom de línguas.

Uma testemunha das reuniões na Rua Bonnie Brae disse:

Eles gritaram durante três dias e três noites. Era Páscoa. As pessoas vieram de todos lugares. No dia seguinte foi impossível chegar perto da casa. Quando as pessoas entraram, elas caíram debaixo do poder de Deus; e a cidade inteira foi tocada. Eles gritaram lá até as fundações da casa cederam, mas ninguém foi ferido. Durante esses três dias havia muitas pessoas que receberam o batismo. Os doentes foram curados e os pecadores foram salvos assim que eles entraram.


Rua Azusa, 312

Sabendo que a casa na Rua Bonnie Brase estava ficando pequena demais para as multidões, Seymour e os outros procuravam um lugar para se reunir. Eles acharam um prédio, na Rua Azusa, número 312, que tinha sido uma igreja Metodista Episcopal, mas, depois de ser danificado num incêndio, foi utilizado como estábulo e depósito. Depois de tirar os escombros, e construir um púlpito de duas caixas de madeira e bancos de tábuas, o primeiro culto foi realizado na Rua Azusa no dia 14 de abril de 1906.

Muitos cristãos na cidade de Los Angeles e cidades vizinhas já estavam esperando por um avivamento. Frank Bartleman e outros estiveram pregando e intercedendo por um avivamento como aquilo que Deus estava derramando sobre o país de Gales.

Num folheto escrito em novembro de 1905, Bartleman escreveu:

A correnteza do avivamento está passando pela nossa porta... O espírito de avivamento está chegando, dirigido pelo sopro de Deus, o Espírito Santo. As nuvens estão se juntando rapidamente, carregadas com uma poderosa chuva, cuja precipitação demorará apenas um pouco mais.

Heróis se levantarão da poeira da obscuridade e das circunstâncias desprezadas, cujos nomes serão escritos nas páginas eternas da fama Celestial. O Espírito está pairando novamente sobre a nossa terra, como no amanhecer da criação, e o decreto de Deus saía: "Haja luz...”.

Mais uma vez o vento do avivamento está soprando ao redor do mundo. Quem está disposto a pagar o preço e responder ao chamado para que, em nosso tempo, nós possamos viver dias de visitação Divina?

O pastor da Primeira Igreja Batista, Joseph Smale, visitou o avivamento em Gales, e reuniões de avivamento continuavam para alguns meses na sua igreja, até que ele foi demitido pela liderança. Bartleman escreveu e recebeu cartas de Evan Roberts, o líder do avivamento de Gales. Mas o avivamento começou com o pequeno grupo de oração dirigido por Seymour. Depois de visitar a reunião na Rua Bonnie Brae, Bartleman escreveu:

Havia um espírito geral de humildade manifesto na reunião. Eles estavam apaixonados por Deus. Evidentemente o Senhor tinha achado a pequena companhia, ao lado de fora como sempre, através de quem Ele poderia operar. Não havia uma missão no país onde isso poderia ser feito. Todas estavam nas mãos de homens. O Espírito não pôde operar. Outros mais pretensiosos tinham falhado. Aquilo que é estimado por homem foi passado mais uma vez e o Espírito nasceu novamente num "estábulo" humilde, por fora dos estabelecimentos eclesiásticos como sempre.

Interesse nas reuniões na Rua Azusa aumentou depois do terrível terremoto do dia 18 de abril, que destruiu a cidade vizinha de San Francisco. Duras críticas das reuniões nos jornais da cidade também ajudavam a espalhar a noticia do avivamento.

Como no avivamento de Gales, as reuniões não foram dirigidas de acordo com uma programação, mas foram compostos de orações, testemunhos e cânticos espontâneos. No jornal da missão, também chamado "The Apostolic Faith", temos a seguinte descrição dos cultos:

"As reuniões foram transferidas para a Rua Azusa, e desde então as multidões estão vindo. As reuniões começam por volta das 10 horas da manhã, e mal conseguem terminar antes das 20 ou 22 horas, e às vezes vão até às 2 ou 3 horas da madrugada, porque muitos estão buscando e outros estão caídos no poder de Deus. As pessoas estão buscando no altar três vezes por dia, e fileiras e mais fileiras de cadeiras precisam ser esvaziadas e ocupadas com os que estão buscando. Não podemos dizer quantas pessoas têm sido salvas, e santificadas, e batizadas com o Espírito Santo, e curadas de todos os tipos de enfermidade. Muitos estão falando em novas línguas e alguns estão indo para campos missionários com o dom de línguas. Estamos buscando mais do poder de Deus.”

Frank Bartleman também escreveu sobre os cultos na Rua Azusa:

O irmão Seymour normalmente se sentou atrás de duas caixas de sapato vazias, uma em cima da outra. Ele acostumava manter sua cabeça dentro da caixa de cima durante a reunião, em oração. Não havia nenhum orgulho lá. Os cultos continuavam quase sem parar. Almas sedentas poderiam ser encontradas debaixo do poder quase qualquer hora, da noite ou do dia. O lugar nunca estava fechado nem vazio. As pessoas vieram para conhecer Deus. Ele sempre estava lá. Conseqüentemente, foi uma reunião contínua. A reunião não dependeu do líder humano. Naquele velho prédio, com suas vigas baixas e chão de barro, Deus despedaçou homens e mulheres fortes, e os juntou novamente, para a Sua glória. Era um processo tremendo de revisão. O orgulho e a auto-asserção, o ego e a auto-estima, não podiam sobreviver lá. O ego religioso pregou seu próprio sermão funerário rapidamente.

Nenhum assunto ou sermão foi anunciado de antemão, e não houve nenhum pregador especial por tal hora. Ninguém soube o que poderia acontecer, o que Deus faria. Tudo foi espontâneo, ordenado pelo Espírito. Nós quisemos ouvir de Deus, através de qualquer um que Ele poderia usar para falar. Nós tivemos nenhum "respeito das pessoas”.O rico e educado foi igual ao pobre e ignorante, e encontrou uma morte muito mais difícil para morrer. Nós reconhecemos somente a Deus. Todos foram iguais. Nenhuma carne poderia se gloriar na presença d'Ele. Ele não pôde usar o opiniático. Essas foram reuniões do Espírito Santo, conduzidas por Deus. Teve que começar num ambiente pobre, para manter o elemento egoísta, humano, ao lado de fora. Todos entraram juntos em humildade, aos pés dEle.

Notícias sobre as reuniões na Rua Azusa começaram a se espalhar, e multidões vierem para poder experimentar aquilo que estava acontecendo. Além daqueles que vieram dos Estados Unidos e da Canadá, missionários em outros países ouviram sobre o avivamento e visitavam a humilde missão. A mensagem, e a experiência, "Pentecostal" foi levada para as nações. Novas missões e igrejas Pentecostais foram estabelecidas, e algumas denominações Holiness se tornaram igrejas Pentecostais. Em apenas dois anos, o movimento foi estabelecido em 50 nações e em todas as cidades nos Estados Unidos com mais de três mil habitantes.

A influência da missão da Rua Azusa começou a diminuir à medida que outras missões e igrejas abraçaram a mensagem e a experiência do batismo do Espírito Santo. Uma visita de Charles Parham à missão, em outubro de 1906, resultou em divisão e o estabelecimento de uma missão rival. Parham não se conformava com a integração racial do movimento, e criticou as manifestações que ele viu nas reuniões.

Em setembro de 1906 a Missão da Rua Azusa lançou o jornal "The Apostolic Faith", que foi muito usado para espalhar a mensagem Pentecostal, e continuou até maio de 1908, quando a mala direta do jornal foi indevidamente transferida para a cidade de Portland, assim efetivamente isolando a missão de seus mantenedores.

O avivamento da Rua Azusa durou apenas três anos, mas foi instrumental na criação do movimento Pentecostal, que é o maior segmento da igreja evangélica hoje. William H. Durham recebeu seu batismo no Espírito Santo em Azusa, formando missionários na sua igreja em Chicago, como E. N. Bell (fundador da Assembléia de Deus dos EUA), Daniel Burg (fundador da Assembléia de Deus no Brasil) e Luigi Francescon (fundador da Congregação Cristã no Brasil).


Pr Paul David Cull
Ministério Avivamento Já

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

COMO TUDO COMEÇOU!




E aew, galera?! Tudo bom? Estamos começando esse blog e eu creio que Deus falará com vocês profundamente através dessas mensagens.
Deus tem liberado sobre a minha vida muitas mensagens, então eu vi a necessidade de escrevê-las aqui. Não tenho a intenção de ficar famoso através de um blog, ou até mesmo expor a minha vida aqui. Quero realmente compartilhar as coisas que Deus tem falado comigo.
Talvez você pergunte: Mas por que Última Chuva? Bom, vou explicar...
Certa vez eu estava ministrando a música Faz Chover do Michael W. Smith e de repente, durante a ministração, eu vi uma núvem carregada, pronta pra chover. Essa núvem, de vez em quando, derramava pequenas gotas de água sobre a Terra. De repente a chuva foi aumentando até se transformar em um poderoso temporal. A chuva era tão forte que inundou a Terra. Com o tempo Deus foi me revelando a visão. Essa nuvem somos nós e a chuva é o Reino de Deus se manifestando através de nós aqui na Terra (Lucas 17.21 e João 7.38).
Uma nova reforma vai acontecer na Igreja de Cristo. Antes do fim, acontecerá um grande avivamento, na verdade o último avivamento (Atos 3.21). Um poderoso exército se levantará para conquistar as Nações da Terra (Joel 2.1-11). A Última Chuva cairá e destruirá tudo aquilo que não é do Reino. As correntezas da enchente levarão toda a religião e todo o sistema maldito embora (Mateus 24.14). As barreiras se derreterão diante do povo de Deus que invadirá toda a Terra e se posicionará como reis e sacerdotes (Apocalipse 5.10)!
É nisso que eu baseio este ministério. Crendo que Deus confiou a mensagem do Reino de Deus para ser pregada até aos confins da Terra para que o fim venha! Que a Última Chuva aconteça! Que se estenda o Governo de Deus e que se aumente o Seu Domínio! Que se manifeste o Reino de Deus aqui na Terra!
Reinando em vida,
Rodrigo Menezes